terça-feira, 1 de julho de 2014

Proposta de tema para redação ENEM

Tema da Semana

Estão todos curtindo a Copa do Mundo, mas no intervalo entre os jogos que tal escrever seu texto? Lembre-se que o ENEM está próximo.

O tema sugerido para essa semana é a Legalização do uso da Maconha.
Esse assunto está em discussão no Congresso Nacional.  É importante estar preparado, caso o ENEM queira saber sua opinião. Vamos lá?

Após a legalização do uso, produção, distribuição e venda da maconha pelo Uruguai, o assunto voltou a ser discutido no Brasil. O projeto de lei 7270/2014,propõe uma série de mudanças na política de drogas do Brasil. Leia os textos abaixo e escreva um texto dissertativo- argumentativo sobre o seguinte tema: “ As consequências da legalização do uso da maconha no Brasil.”

Texto 1
Combate às drogas: Legalização da maconha no Uruguai coloca em debate um novo sistema
Ronald Reagan, ex-presidente dos Estados Unidos, certa vez declarou que a maconha era “provavelmente a droga mais perigosa da América”. Em dezembro de 2013, para enfrentar o problema da droga, o Uruguai tomou uma decisão polêmica: legalizar a produção, distribuição e venda de maconha e submeter todas essas etapas ao controle do Estado, algo até então inédito.
A lei proposta pelo presidente José Pepe Mujica foi aprovada no Senado por uma pequena maioria e, segundo ele, visa combater o narcotráfico e reduzir a criminalidade. No Uruguai, um em cada três presos cumpre pena por tráfico de drogas.
A liberação entra em vigor em 2014 e não pune o consumo, mas limita a quantidade e quanto o usuário pode gastar por mês com a droga. Já para plantar, os residentes maiores de 18 anos terão que se cadastrar e poderão cultivar até seis plantas (no Brasil, quem for descoberto plantando um pé pode ser condenado por tráfico de drogas, com pena entre 5 e 15 anos de prisão). Para quem quiser comprar, o produto estará disponível em farmácias, com limite de 40 gramas por usuário. Estrangeiros não podem comprar droga.
No país, com uma população de 3,3 milhões, mais de 18 mil pessoas fumam maconha diariamente e cerca de 184 mil fazem uso da erva pelo menos uma vez por ano, segundo a Junta Nacional de Drogas.
Texto 2



Escreva seu texto e envie para correção: redacaonotamil@gmail.com
A primeira correção é grátis!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Uso do Porquê

Uso do Porquê

Por que – Preposição Por + pronome interrogativo que = por que motivo, por que razão.
Faça sempre a troca das expressões para ter certeza do uso correto.
Ex: Por que você ainda não enviou sua redação para correção?

Porque- Conjunção = pois, como, uma vez que.
Usado para explicações ou causas.
Ex: Estou feliz porque consegui uma boa nota na redação.

Porquê – Substantivo= razão, motivo.
Ex.: Nós sabemos o porquê de sua nota baixa.

Por quê – Em final de frase antes de um ponto.

Ex: Você está com preguiça por quê?


Concentração

Grande parte dos estudantes tem dificuldade em se concentrar. Isso acontece com você?

Veja algumas dicas para melhorar sua concentração.

Música Instrumental: Esse tipo de música ajuda na concentração. Aquela velha forma de estudar com fones de ouvidos pode ser útil, desde que a música não tenha letra ou a letra seja em uma língua que não conhece.

Fazer Resumos: Os resumos são fortes aliados na hora da concentração. Tente parafrasear o que está estudando e não copiar. Isso vai ajudá-lo a gravar na memória a matéria e a ter mais atenção no que está estudando.

Mudar a matéria a cada 90 minutos: Faça uma pausa a cada 90 minutos e troque a matéria a ser estudada. Muito tempo com o mesmo conteúdo pode causar distração.

Leia: A leitura é um forte aliado à concentração. Leia sempre. Tente se concentrar em cada palavra e no 
significado da frase. Leia devagar. Isso vai ajudá-lo.

Revisar a matéria: Tente revisar a matéria aprendida no mesmo dia e fazer exercícios no dia seguinte. Isso vai ajudá-lo na concentração e na memorização.

Lembre-se que a concentração e a memorização ajudam muitos alunos na hora do exame.


Envie seu texto para correção. A primeira é grátis: redacaonotamil@gmail.com


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Redação - Concursos Públicos



Hoje daremos início aos estudos da língua portuguesa para concursos públicos. Serão sugeridos temas para o treino das redações, dicas de gramática e informações sobre os principais concursos do país.

As redações em concursos públicos têm peso grande na soma final das notas. O tema nem sempre pode ser previsto, visto que geralmente é relacionado ao cargo em questão. Portanto, para uma boa redação é imprescindível conhecimento do assunto.  É importante também, conhecer a banca examinadora. Pesquise prova anteriores e faça muitos exercícios.

Apenas não é aprovado, aquele que desiste!




Vamos ao primeiro tema:

Concurso TRT 12ª Região 2013 – FCC
Cargo: Analista Judiciário – Área Administrativa

Deverão ser rigorosamente observados os limites mínimo de 20 (vinte) linhas
e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Redação.

A ideia de literatura foi se moldando em função da história, das condições sociais, da figura do escritor e do leitor, do
papel da palavra escrita e assim por diante. Transformado em produto, em simples mercadoria, o livro foi perdendo sua
aura sagrada. Literatura é um fato da cultura humana, um objeto contingente, ao sabor da história e dos valores de seu
tempo.
(Adaptado de: Cristóvão Tezza. O Espírito da prosa. Rio de Janeiro: Record, 2012. Formato: ePub.)

Com base no que está transcrito acima, redija um texto dissertativo-argumentativo a respeito do seguinte tema:


A literatura no momento histórico atual

Envie seu texto para correção: redacaonotamil@gmail.com

A primeira é grátis!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Nova proposta de tema

Os temas sugeridos pelo Redação Nota Mil são atuais, porém podem não ser o tema da redação. Isso não impede que você treine , pois o importante é estar por dentro de tudo e saber como escrever um bom texto
Envie para correção : redacaonotamil@gmail.com


A Copa do Mundo no Brasil é assunto atual e polêmico. Tem sido aposta como tema há alguns anos, porém o evento acontece em 2014.

Vamos lá?

Grandes eventos acontecem em todo o mundo periodicamente.  O Brasil , país que atualmente é sede da Copa do Mundo de Futebol, também sediará as Olimpíadas de 2016. Considerando os últimos eventos realizados em outros países e os eventos no Brasil, escreva um texto dissertativo- argumentativo sobre o tema: “ O legado de eventos grandiosos para países sede.”
Algumas dicas: - Atente-se para o número de linhas.   
                         - Evite o senso comum.

Coletânea de textos:

Texto 1
Sediar a Copa de 2010 valeu a pena para a África do Sul? No mês passado, a BBC Brasil fez esta pergunta a dezenas de sul-africanos durante uma viagem de dez dias pelos arredores de Johanesburgo e da Cidade do Cabo, duas das mais populosas cidades do país.
Foram questionados moradores de áreas ricas e pobres; brancos, negros e mestiços; fanáticos por futebol e pessoas que não dão a mínima para o esporte.
Quase todos disseram que, apesar dos gastos bilionários e do frustrante desempenho da seleção anfitriã – eliminada ainda na primeira fase do evento –, sediar a Copa foi um bom negócio para o país.
As razões para a resposta variaram conforme o grupo indagado. Enquanto alguns citaram efeitos imateriais do torneio – como um certo sentimento de unidade nacional gerado pelo evento –, outros destacaram melhorias urbanas associadas à Copa.
Impulso ao futebol
Num campo de terra em Soweto, cidade próxima a Joanesburgo, onde foi disputada a final do Mundial de 2010, jovens negros disseram que a Copa impulsionou o futebol no país.
Ainda que o futebol seja o esporte preferido da maioria dos sul-africanos, a seleção local jamais teve conquistas internacionais comparáveis às da equipe sul-africana de rúgbi.
O time de rúgbi venceu a Copa do Mundo duas vezes – a primeira delas em torneio disputado na própria África do Sul, em 1995.
Já a maior conquista da seleção de futebol sul-africana foi um título da Copa Africana de Futebol, em 1996.
Para Sihle Mnyatheli, de 15 anos, após a Copa de 2010, o futebol ganhou maior respaldo de autoridades desportivas e governamentais no país. Desde então, afirma ele, mais jogadores de futebol se profissionalizaram na África do Sul.
Martin Modluli, de 17 anos, diz ainda que o Mundial fortaleceu e modernizou as ligas locais de futebol amador. Após o torneio, segundo Modluli, jogadores como ele ganharam a liberdade de trocar de time sem a necessidade de aval do técnico.
União nacional
Num campo de rúgbi de uma das universidades mais caras da África do Sul, frequentada principalmente por sul-africanos brancos, a maioria dos entrevistados também disse acreditar que a Copa teve um impacto positivo no país.
"Não costumo assistir muito futebol, mas a atmosfera que a Copa trouxe para a África do Sul foi incrível", diz Andrew Ferguson, aluno branco da Universidade de Stellenbosch, na província do Cabo Ocidental.
Para Marias Singleton, também branco, a Copa "aproximou estranhos, pessoas com diferentes culturas, raças e religiões".
"Acho que ela foi boa para nosso país, levando em conta o passado que tivemos. A Copa nos uniu".
Melhorias no transporte
Em Johanesburgo, maior cidade sul-africana, muitos entrevistados disseram que a Copa ajudou a melhorar o transporte público local.
Pouco antes do torneio, foram inaugurados os primeiros trechos de um sistema de corredores de ônibus (BRT) e de um trem de alta velocidade.
Numa cidade sufocada pelo trânsito e em que, até então, a maioria dos moradores dependia de carros ou lotações para se deslocar, os investimentos tiveram um impacto sensível.
Todos os entrevistados reconhecem, porém, que as mudanças não resolveram os problemas de transporte na cidade.
"Sim, algumas melhorias ocorreram. Os benefícios são visíveis, mas há muito ainda a ser feito para melhorar o transporte público", diz Linda Mnisi.
"Continuamos pagando pelas obras. Os gastos ainda estão afetando quem paga impostos."
Mnisi diz ainda que a construção da linha de trem de alta velocidade favoreceu apenas os moradores mais ricos de Johanesburgo - os bilhetes custam entre R$ 26 e R$30.
Legados menos duradouros
Para Albert Grundlingh, professor e diretor do departamento de história da Universidade de Stellenbosch, é injusto esperar que um evento esportivo como a Copa exerça um "papel relevante na construção da identidade nacional".
Ele diz ainda que a Copa de 2010 deixou para a África do Sul legados menos duradouros que o Mundial de rúgbi sediado no país em 1995.
Naquele ano, afirma Grundlingh, o país acabava de deixar o apartheid e pôde mostrar ao mundo sua nova face. "A África do Sul rompeu seu isolamento."
Já em 2010, diz ele, o país vivia situação diferente: ainda que as divisões sociais estruturais de 1995 permanecessem, havia ocorrido um grande aumento da classe média negra e a nação desfrutava de certo amadurecimento democrático.
Por que, então, a decisão de sediar a Copa de 2010 foi tão bem recebida pelos sul-africanos?
"Por causa da atração que o futebol exerce neste país, por sua popularidade principalmente entre os negros. Isso explica a euforia."
"Mas precisamos avaliar o quão durável foi isso, o quão rápido evaporou e que tipos de legados deixou. Aí a análise se torna mais problemática", afirma.
O professor cita a construção de estádios – como o da Cidade do Cabo ou o de Nelspruit – que, após o Mundial, se provaram insustentáveis economicamente. No entanto, ele diz que o tema raramente é debatido no país.
"Os sul-africanos estão mais preocupados com incompetência de políticos do que com esportes. O esporte é visto como um escapismo, não como um fato social."
"O futebol gera uma participação massiva, mas não uma reflexão massiva no país."
Texto 2


Novidades

Após alguns dias de férias, o nosso Blog volta com força total!

Estamos preparando um material incrível para ajudar em seus estudos. Serão vários exercícios retirados de provas do ENEM, vestibulares e  concursos públicos.

Aguardem!

Enquanto o material não fica pronto, vamos postando alguns aperitivos pra vocês:

1) - (PUC-MG) Assinale a frase em que o meio funciona como advérbio:

(a) Só quero meio quilo de linguiça.
(b) Achei-o meio triste.
(c) Descobri o meio de acertar.
(d) Parou no meio da rua.
(e) Comprou um metro e meio de tecido.

Gabarito: Letra B




segunda-feira, 16 de junho de 2014

Proposta de Redação

A Copa do Mundo está acontecendo, mas precisamos estudar!
Para ajudar na sua aprovação, aí vai mais um tema proposto.
Leia os textos com atenção e envie sua redação para redacaonotamil@gmail.com

Há 50 anos o Brasil foi palco de acontecimentos políticos tão dramáticos e relevantes que ainda hoje continuam em discussão: o golpe militar de 1964. Em 16 de maio de 2012, foi instituída a Comissão Nacional da Verdade com o intuito de apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.
Após refletir sobre os fatos ocorridos e sobre tal comissão, redija um texto dissertativo- argumentativo, em linguagem formal, no qual seja discutida a seguinte questão:
            “Ditadura e repressão: são dois lados da mesma moeda?”


A instalação da Comissão Nacional da Verdade

Relato, áudio e vídeo sobre a instalação da CNV, em 16 de maio de 2012
A Comissão Nacional da Verdade foi instalada em 16 de maio de 2012. Ela terá prazo de dois anos para apurar violações aos direitos humanos ocorridas no período entre 1946 e 1988, que inclui a ditadura (1964-1985).
Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff deu posse aos sete integrantes da comissão: Cláudio Fonteles, Gilson Dipp, José Carlos Dias, João Paulo Cavalcanti Filho, Maria Rita Kehl, Paulo Sérgio Pinheiro e Rosa Maria Cardoso da Cunha. Na ocasião, Dilma ressaltou que eles foram escolhidos pela competência e pela capacidade de entender a dimensão do trabalho que vão executar.
Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, José Sarney e Fernando Collor de Mello participaram da cerimônia e foram citados por Dilma em seu discurso, pelo papel que tiveram, durante seus governos, na consolidação do processo de resgate da história brasileira durante a ditadura militar.
Ao instalar a comissão, a presidenta Dilma destacou que o Brasil precisa conhecer a totalidade de sua história e disse que as investigações não serão movidas pelo ódio ou revanchismo. "A ignorância sobre a história não pacifica, pelo contrário, mantém latente mágoas e rancores", acrescentou. Parafraseando Galileu Galilei, a presidenta lembrou que "a força pode esconder a verdade, a tirania pode impedi-la de circular livremente, o medo pode adiá-la, mas o tempo acaba por trazer a luz. Hoje, esse tempo chegou".

O ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, membro da comissão, disse que ela é "passo relevante para consolidação da sociedade democrática brasileira" na luta contra a violência política, onde viceja o esforço das vitimas da repressão estatal. Ele lembrou iniciativas importantes para chegarmos à criação desta comissão, como o livro Tortura, Nunca Mais, elaborado pela Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo em 1985, homenageando o esforço heroico de Dom Paulo Evaristo Arns. "A história vale pelo que conta e pelo que dela se espera", disse.
Desaparecidos políticos
A lei que estabeleceu a Comissão da Verdade foi sancionada por Dilma em novembro de 2011. O foco principal será apurar casos de desaparecidos políticos. De acordo com o livro-documento Direito à Memória e à Verdade, elaborado pelo governo federal, há 150 casos de opositores do regime militar que desapareceram após serem presos ou sequestrados por agentes do Estado. Não há registro da prisão deles em nenhum tribunal ou presídio, os advogados não foram notificados e os familiares até hoje procuram esclarecimentos sobre onde estão os corpos das vítimas.
Em 2010, o Brasil foi condenado na Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA em ação movida por familiares de mortos e desaparecidos na Guerrilha do Araguaia - ação armada desencadeada pelo PC do B, entre 1972 e 1974, na região de Marabá, no Pará.
"O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade e, sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia. É como se disséssemos que, se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulo, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca mesmo, pode existir uma história sem voz. E quem dá voz à história são os homens e as mulheres livres que não têm medo de escrevê-la", destacou a presidenta.
"O direito à verdade é um direito bem estabelecido no direito internacional e tem a estratégia abrangente de evitar violações no futuro", disse Américo Ingalcaterra, representante regional do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. Ele acrescentou que a comissão do Brasil será um exemplo encorajador para todo o mundo pois significa um compromisso real com a defesa dos direitos humanos, da memória das vítimas e a suas famílias. "Vai ajudar a reconciliação do Brasil com seu passado", acrescentou, ao colocar o escritório das Nações Unidas à disposição da comissão.
http://www.cnv.gov.br/index.php/institucional-acesso-informacao/a-cnv/57-a-instalacao-da-comissao-nacional-da-verdade